E para tamanha "decisão" pela liderança, é normal que os mistérios de ambas as partes aconteça. De um lado, Hélio dos Anjos, técnico do Fortaleza, realizou apenas um treino recreativo, não levando seus atletas a um desgaste maior as vésperas do duelo. Do outro, Leandro Campos também escondeu o jogo, na preparação, fez uma atividade alemã, com três times se enfrentando em forma de revezamento.
Antecedendo ao duelo, ambas as equipes tiveram jogos complicados pela Copa do Brasil. O tricolor viajou até Goiás para enfrentar o Luiziânia, comemorando de forma meio amarga o empate em 0a0. Poderia ser melhor, e garantir uma moral extra. Ainda assim, um resultado louvável, já que o próximo encontro fica marcado para a capital cearense.
Porém, a fragilidade leonina é vidente. Um time altamente dependente dos lampejos de Assissinho (que não é nenhum craque), e da segurança de João Carlos debaixo das traves.
No Ceará não foi diferente. Agradeceu ao céus a classificação diante o Ceilândia, em uma partida cheia de altos e baixos, e um placar inesperado de 4a3. O ataque funcionou. A displicência e irresponsabilidade também.
Ao fazer o quarto gol e abrir tamanha elasticidade no marcador, o alvinegro dormiu, permitindo as investidas dos candangos. Colheu um desespero e sufoco no final. Mas, classificou, com uma ótima partida de Vicente e Lulinha. E, um frangaço de Fernando Henrique.
A expectativa é enorme. O momento, não tão bom. Dois clubes grandes, que precisam a todo custo do resultado e ter uma semana relaxada de trabalho. Ao perdedor, a pressão será consequência, e uma semana pra lá de movimentada.
Fortaleza: João Carlos, Charles, Fabrício e Angelim; Edson Souza, Jackson, Esley, Lúcio e Marinho Donizete; Assisinho e Edson.
Ceará: Fernando Henrique, Eric, Potiguar, Rafael Vaz e Vicente (Gerley); João Marcos, Everton, Diogo Orlando (Mota) e Ricardinho; Magno Alves e Lulinha

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